Raissa Gonçalves Cardoso, de 28 anos, foi mais uma vítima de feminicídio no Amapá. Ela foi morta pelo ex-companheiro, Erasmo de Santana Costa, de 41 anos, que não aceitava o fim do relacionamento, um término que ela havia decidido dias antes, após um ano de convivência com o assassino. Desde então, segundo familiares, Erasmo insistia em reatar, aparecia inesperadamente e pressionava Raissa para voltar. Ela, firme, dizia não.
Nesta segunda-feira (1), Erasmo foi novamente até o apartamento onde Raissa morava, em frente ao terminal rodoviário de Tartarugalzinho. Ele foi ao local para “tentar conversar mais uma vez”. Mas não era só isso, ele estava armado.

Dentro do imóvel, o encontro terminou da pior forma possível. Raissa foi morta a tiros e, logo depois, Erasmo tirou a própria vida. Quando a Polícia Militar chegou, encontrou os dois já sem vida.
Raissa trabalhava na Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania de Tartarugalzinho, onde era conhecida pela dedicação. Ela deixa um filho de 8 anos, fruto de outra relação. A mãe da jovem, ao receber a notícia, passou mal e precisou ser atendida em uma unidade de saúde da cidade.

A Polícia Civil do Amapá agora investiga a dinâmica completa do feminicídio.


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